África: colonização e
descolonização
África, objeto de disputa e
cobiça dos europeus desde o século XVI, com isso ocorrendo sua colonização
tardia.
Com a chegada dos colonizadores europeus no interior da África, significou uma ruptura dramática do processo de desenvolvimento cultural e econômico dos povos que ali viviam.
As primeiras feitorias portuguesas na costa atlântica logo se transformaram em entrepostos comerciais de escravos para as plantations americanas. Calcula-se que milhões de negros até o final do século XVIII, foram deportados à força para a América.
Na segunda metade do século XIX, iniciou-se a dominação europeia na África do Norte, os europeus não queriam apenas a força de trabalho africana, mas também o território e as riquezas naturais do continente. A Europa se industrializava e precisava de uma quantidade crescente de alimentos e matérias-primas.
A colonização europeia da África manteve-se até o final da Segunda Guerra Mundial, quando a Europa perdeu poder político e militar para as novas potências EUA e URSS.
Com a chegada dos colonizadores europeus no interior da África, significou uma ruptura dramática do processo de desenvolvimento cultural e econômico dos povos que ali viviam.
As primeiras feitorias portuguesas na costa atlântica logo se transformaram em entrepostos comerciais de escravos para as plantations americanas. Calcula-se que milhões de negros até o final do século XVIII, foram deportados à força para a América.
Na segunda metade do século XIX, iniciou-se a dominação europeia na África do Norte, os europeus não queriam apenas a força de trabalho africana, mas também o território e as riquezas naturais do continente. A Europa se industrializava e precisava de uma quantidade crescente de alimentos e matérias-primas.
A colonização europeia da África manteve-se até o final da Segunda Guerra Mundial, quando a Europa perdeu poder político e militar para as novas potências EUA e URSS.
As transformações foram brutais:
a passagem da tradição oral para a escrita, da economia de subsistência para a
economia de mercado sob o comando de grandes cidades, a mudança de práticas
religiosas. Se essa assimilação de novos valores foi resultado da força e da
imposição dos interesses coloniais, transformou-se em pouco tempo na base para
a reivindicação dos direitos desses povos, fortalecendo o movimento do
pan-africanismo.
Em grande parte, a independência
dos estados africanos foi negociada. Contudo, em alguns casos, o processo de
descolonização resultou de violentos conflitos armados, como ocorreu na
Argélia, em Angola e Moçambique.

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